Cantos, medicinas da floresta e os saberes do povo Huni Kuin.
Um lugar só para encontrar o trabalho, pedir uma visita, ouvir e apoiar.
O canto é a porta de entrada. Não custa nada e é o jeito mais direto de entender o trabalho antes de qualquer conversa.
Antes da medicina e antes da cerimônia, a história. Para que ninguém chegue sem saber de quem é o convite.
Origem, língua Hãtxa Kuĩ, território no Rio Juruá e o significado de Huni Kuin.
Em breve, na voz deleOs grafismos, o que cada desenho conta e por que eles não são enfeite.
Em breve, com a arte deleGlória de Deus, quem vive lá, o que se produz e como a comunidade se sustenta.
Em breve, com registro da aldeiaCom quem ele aprendeu, o que significa Txanã e a responsabilidade que vem junto.
Em breve, na voz deleConteúdo educativo na voz dele. Descreve tradição e contexto. Não promete cura, não substitui acompanhamento de saúde e não é convite ao consumo por conta própria.
O que é, o lugar dela na tradição, como a cerimônia acontece e quem não deve participar.
Em breve, na voz deleOrigem, como o povo usa, o que esperar e as contraindicações que precisam ser ditas antes.
Em breve, revisado com elePara que serve na tradição, como é aplicada e o cuidado necessário.
Em breve, na voz deleAs variedades, o preparo, o modo de uso e o respeito que a prática pede.
Em breve, na voz deleAlimentação, medicamentos que não combinam, o que levar e o que não fazer antes.
Em breve, revisado com eleAs perguntas que hoje chegam por mensagem, respondidas uma vez só, aqui.
Reunidas a partir das conversasRegistro dos encontros. Só entra imagem com autorização de quem aparece e com direito de uso confirmado.
A agenda pública. Quem quer participar de algo já marcado encontra aqui, sem precisar perguntar.
Cerimônia Huni Kuin · Gaya Kali · Chapada dos Veadeiros, Alto Paraíso.
Quero participarPeças feitas pelo povo da aldeia. A venda sustenta quem produz, com procedência declarada e o nome de quem fez.





Não é compra. É um pedido que ele lê e responde. A triagem existe para que a conversa comece já sabendo do que se trata.
Para quem quer contribuir sem participar de nada. O dinheiro sustenta a aldeia, a cultura e a continuidade do trabalho.